sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Bureau de Informações e Wunderkammer

Bureau de Informações e Wunderkammer

O conhecimento é construído a partir da gestão das informações que recebemos, por meios fisiológicos e tecnológicos. Com fisiologia ou tecnologia, as informações invadem o homem como ser social e animal por vias orgânicas, sociais, laborais, reais e virtuais.

O conhecimento e o saber já foram restritos à bibliotecas no mundo antigo; à templos religiosos, e à cartas trocadas entre pesquisadores e estudiosos. Chegaram às escolas, faculdades e universidades. Hoje os conhecimentos estão nas nuvens. Um dia o homem olhou para o céu procurando sinais e informações. Os filósofos sempre viveram nas nuvens e olhando para o céu. Utilizamos hoje as TICs procurando respostas e arquivos nas nuvens.

O conceito de educação não formal se engrandece fortalecendo e envolvendo pesquisadores, que participam na construção de um conhecimento, ocupando as lacunas deixadas pela educação formal. Projetos e programas de astronomia já se utilizam da educação não formal trazendo conhecimentos e descobertas, tal como os antigos investigando o céu e entendendo o Universo. Com o entendimento da mecânica celeste pode ser criada a mecânica terrestre.

Conhecimentos suprimiram a herança cultural de informação e conhecimento indígena, que não foram registrados, grafados e impressos, perpetuando o saber. Conhecimentos que inspiraram inovações, o velho e o novo sempre presentes.

Wunderkammer é um termo surgido na Alemanha no início do sec. XX. Um gabinete de curiosidades juntando o antigo e o moderno orientado para o futuro. Vai de encontro ao conceito de “Bureau de Informações”, um espaço onde se coleta, administra ou faz-se a gestão informacional, distribuindo conhecimento e informação com o uso das TICs.

No período da Copa, turistas desembarcarão no Brasil, e precisarão estar em contato com seus deveres e afazeres deixados ou compromissados em suas origens e procedências.
Turistas imigrantes depois de desembarcarem de aviões à jato com conexões, altas velocidades e capacidades, precisarão dos mesmos critérios e qualidades na internet, conexões com capacidades e velocidades à jato.

Jornalistas e repórteres, correspondentes e informantes circularão pelo país antes, durante e depois da Copa do Mundo. Concierges, Yield Management e Blogueiros estarão presentes nas cidades brasileiras, com necessidade de um espaço físico para trabalhar. Um espaço para trabalhar, ocupar e intercomunicar funcionando 24h. Enquanto um lado do planeta estará acordado, outro poderá estar dormindo, em ações e atividades matinais ou vespertinas.

Bureau de Informações:
·         Um birô de informações alimentando a alma, o corpo, a mente, redes sociais, sites e blogs;
·         Una oficina de información que alimenta el alma, el cuerpo, la mente, las redes sociales, los sítios web y blogs.
·         One information bureau feeding the soul, the body, the mind, social networks, websites and blogs.



Entre Natal e Parnamirim/RN ─  24/01/2014


Texto escrito para:

Informática em Revista – Natal/RN





Palavras Chaves: gestão; qualidade; conhecimento. Gestão do conhecimento

Palabras Clave: gestión; la calidad; el conocimiento. La gestion del conocimiento

Key Words: management; quality; knowledge. Knowledge management


Roberto Cardoso
(Maracajá)

ESTRATEGISTA



INFORMÁTICA EM REVISTA |ANO 8 | Nº 89 |PAG 20
 DEZEMBRO 2013 | NATAL/RN
PRÊMIO
DESTAQUES DO MERCADO - INFORMATICA 2013
Categoria Colunista em Informática




023.1461.13
CMEC - Cadastro Municipal de Entidades Culturais
Fundação Cultural Capitania das Artes
FUNCARTE
Natal/RN
Cientista Social
Jornalista Científico
Reiki Master & Karuna Reiki Master

Colunista de Informática em Revista

Sócio Efetivo do IHGRN
(Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte)







sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Primórdios das ferramentas de gestão (parte 2)


Primórdios das ferramentas de gestão (parte 2)

A empresa de Deus é de tempo indeterminado de existência. Acontece desde o início dos tempos até os dias de hoje. E para que a empresa perpetue é necessário ação, mudanças e inovação. Alo longo de sua história, Deus nomeou alem de Adão e Eva outros administradores e gestores para executar sua tarefa, seu empreendimento no planeta.

Com táticas e estratégias descreveu a visão da empresa pelos sonhos de Abraão. A missão foi uma das tarefas de Moisés, alem de estabelecer uma nova ferramenta, com as taboas recebidas. A missão de levar o povo de volta a sua terra, libertando e atravessando desertos. A nova ferramenta de gestão implantada por Moisés foi enviada por Deus, escrita e descrita em taboas. Até hoje a lei mosaica faz parte da fundamentação dos cursos de direito. E os princípios da empresa ficaram a cargo de Jesus, que chegou algum tempo depois fazendo um up grade, uma inovação. Jesus subdividiu sua administração entre gestores, cada qual com sua tarefa. Tal como a administração hoje esta fragmentada em gestões.

No princípio do empreendimento Deus estabeleceu um cronograma de sete dias. Uma ferramenta com sete passos para implantar o seu modelo. Instituíram três níveis hierárquicos, o nível do Pai ocupado por Ele, o nível do Filho ocupado por seus colaboradores e o nível do Espírito, um nível intermediário ente os colaboradores e o Gestor Principal também conhecido como Arquiteto do Universo.

Adão desobedeceu as ordens superiores e foi demitido, foi expulso da empresa tendo que sair do paraíso e procurar ocupação em outro local. E o homem teve que procurar novas ferramentas de gestão olhando para o céu.

A princípio o homem estabeleceu o dia e a noite para trabalhar e para descansar. Durante a noite tinha tempo para descansar, refletir sobre o desempenho do dia e traçar novas metas para o dia seguinte. A Lua com suas fases determinou períodos de analise e acompanhamento das tarefas executadas durante o dia. Lua crescente, decrescente ou minguante, ausente ou nova. Com a evolução dos conhecimentos e informações novos nomes foram dados ao cronograma que a Lua mostrou e ainda mostra.

A Lua ajudava nas tarefas noturnas, quando cheia, era tempo de observar sua beleza e luminosidade no escuro da noite. Iluminar as ideias, renovar tarefas e estratégias. A Lua minguante determinava um inicio de um novo ciclo, finalizado com a sua ausência no céu. Uma ilustração celeste de crescente a decrescente tal como o giro de um relógio. Algo para acompanhar e executar, um registro a ser lembrado diariamente em dias de céu claro.

Quatro imagens no céu, quatro etapas e quatro passos nas atividades da terra que foi onde o homem começou a trabalhar antes das inovações tecnológicas, antes do surgimento da ferramenta PDCA.

Analise PDCA: P (plan) - Lua cheia, plena, tempo de planejar. D (do) – Lua minguante, decrescente, hora de fazer de executar. C (check) – Lua crescente, hora de checar, conferir. A (act) – Lua nova, lua ausente, hora de agir e avaliar.

Com o tempo o homem percebeu que a Lua poderia influenciar nas marés e no tempo de gestação das crianças. E novos conhecimentos foram aumentando através de uma ferramenta de gestão sempre presente no céu para que o homem não se esqueça de acompanhar seus ciclos, mudanças e variações.

Hoje com habitações e construções que encobrem o céu o homem vai se esquecendo das antigas ferramentas e utilizando programas computacionais, deixando de utilizar aquilo que a natureza oferece, sem erros ou interferências de gestores e gerenciadores. Sem problemas de quedas de sistemas e autorias intelectuais deste ou daquele inovador.


             
Entre Natal e Parnamirim/RN ─  17/01/2014


Texto escrito para:
Texto disponível em:
Di Gestão da Qualidade





Palavras Chaves: gestão; qualidade; conhecimento; gestão do conhecimento

Palabras Clave: gestión; la calidad; el conocimiento; la gestión del conocimiento

Key Words: management; quality;  knowledge; knowledge management


Roberto Cardoso
(Maracajá)

ESTRATEGISTA



INFORMÁTICA EM REVISTA |ANO 8 | Nº 89 |PAG 20
 DEZEMBRO 2013 | NATAL/RN
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DESTAQUES DO MERCADO - INFORMATICA 2013
Categoria Colunista em Informática




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Jornalista Científico
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Colunista de Informática em Revista

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(Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte)


E-MAIL:  rcardoso.gti@terra.com.br
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sábado, 16 de novembro de 2013

Gestão da Qualidade na palma da mão ( 2)

A Gestão da Qualidade nas palmas das mãos (parte 2)


O homem desde sempre desejou poderes e posses, os poderes e desejos fluíam de suas mãos. Em tempos remotos ao recolher animais soltos no pasto, e contar animais ao final do dia, era possível fazer tais tarefas de controle em pequenos rebanhos com o uso das mãos e dedos, com maiores rebanhos a tarefa tornava-se mais complicada. Outros sistemas e métodos deviam ser utilizados. O sistema pode ter evoluído do uso das mãos ao uso de pequenas pedras separadas que podiam corresponder ao numero total de animais ou frutos colhidos e etc. Comparando as quantidades de pedras separadas aos itens a serem contados ou conferidos, as posses e desejos.
Ainda hoje na região de Natal/RN, ouvimos clientes e comerciantes em transações comerciais de compra e venda de produtos agrícolas usarem o termo “uma mão de milho”, número correspondente a cinquenta espigas. Pessoas que, quer sejam clientes ou comerciantes, quando questionadas a explicar a razão de tal numero, não fazem a menor ideia do porque, uma informação que ficou perdida no tempo.
Uma mão de milho: Tomando-se por base o uso pratico das mãos fica fácil deduzir a razão de “uma mão de milho” representar a quantidade de cinquenta espigas. Partindo da premissa de que compradores, ou mesmo participantes de uma agricultura familiar, em uma época remota, não sabiam como contar, não conheciam e nem não sabiam utilizar os números, só tinham as mãos para controlar suas colheitas e produções, em suas vendas e suas compras, suas posses e seus desejos. Então aplicavam o uso das mãos para uma gestão de quantidade no controle de seus estoques.
Deduzindo: Sendo o milho um alimento milenar, o possuidor ou comerciante, ou para armazenar ou para negociar sua produção, primeiro era necessário saber o total de espigas possuídas. Deveria então montar lotes de dez espigas, cada um, empilhando as espigas em sequencias, e maneira cômoda, superpostas em quantidades de quatro, três, duas e uma espiga (4 + 3 + 2 + 1 = 10), totalizando dez. O numero resultante, é a quantidade correspondente ao total de dedos das mãos. Bastava olhar para as mãos e olhar para o lote e ver as mesmas quantidades, embora não soubesse contar, mas sabia quantificar, comparar. Crianças ainda sem contato com a matemática, escolhem moedas pelas quantidades e não por valores impressos.
Concluindo: Era a única maneira de fazer uma comparação das quantidades de espigas com algo imutável que conheciam. As mãos, um instrumento que todos possuíam. Uma estratégia, oferecida pela natureza e pela anatomia. Ambas as partes de uma negociação poderiam ter a certeza que não fora lesado em uma contagem ou transação.
Evoluindo e reforçando a hipótese: Com a mão espalmada, aberta, com os dedos estendidos, o possuidor, ou o segundo personagem, ou o comprador indicava que desejava ficar com cinco lotes de dez espigas que correspondem a um total de cinquenta espigas. Uma mão totaliza cinco lotes de dez espigas cada um, e que corresponde a um total de cinquenta espigas.
Com a evolução na comodidade de transporte, até hoje uma saca de milho contém cinquenta espigas, salvo acordos entre fornecedores, agricultores, clientes e comerciantes.
Curiosamente a maioria de pencas ou palmas de bananas contidas em um cacho tem doze bananas, uma conta e separação feita pela própria natureza. Muitos locais, que ainda não utilizam balanças, comercializam bananas em dúzias.
Com o tempo e a evolução foram criados cadernos e planilhas, canetas e maquinas de calcular. Com conceitos simples a gestão da qualidade pode ser efetuada com as mãos sem uso de maiores tecnologias e neologismos. Bastando para isto partir do numero cinco, sejam elementos ou passos a serem dados, em um processo. E evolutivamente usando múltiplos de cinco em analises mais evoluídas e mais complexas.
Com o numero cinco, com cinco dedos, com cinco passos, cinco etapas podemos criar ferramentas de analise e gestão, criando modelos interativos para obter resultados.


Entre Natal e Parnamirim/RN ─  16/11/2013
Texto disponivel em:


Escritor
Fundação Cultural Capitania das Artes
FUNCARTE
Natal/RN. 2013

Jornalista Cientifico
Curso de Capacitação
FAPERN
Natal/RN, 2012

Membro do do IHGRN
Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte
Natal/RN, 2012
Roberto Cardoso
(Maracajá)

ESTRATEGISTA


Cientista Social
Jornalista Científico
Reiki Master & Karuna Reiki Master

Colunista em Informática em Revista




Indicação  ao PREMIO DESTAQUES DO MERCADO na categoria Colunista em Informática na publicação Informática em Revista.



sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Gestão da Qualidade na palma da mão (1)

A Gestão da Qualidade nas palmas das mãos (parte 1)


O poder vem das mãos, o poder e o conhecimento esta nas mãos de cada um. Energeticamente falando, uma força astral dá poder às mãos. Jesus fez curas com as mãos. O Reiki, a Cura Prânica e o Jhorei são praticados com as mãos. São as mãos que escrevem, são as mãos que oram unidas e pedem aos céus uma orientação. São as mãos que seguram e apoiam, prendem e soltam. As mãos participam dos abraços e dos cumprimentos, das braças e dos comprimentos. São as mãos que mostram os tamanhos e as alturas, apontam e indicam as direções e as posições. Controlam indivíduos e multidões.
Um dos primeiros meios e instrumentos de controle e contagem dos animais, das criações, dos pertences e dos bens, dos homens, foram com as mãos, a partir do uso dos dedos e das mãos. Historias mostram homens contando rebanhos com pedrinhas em um saco ou uma sacola, a cada animal uma pedra dentro ou fora do saco ou da sacola. Nem sempre foi possível encontrar pequenas pedras ou transportar as pedras por longas distancias. As mãos estão sempre presente em todos os lugares e em todas as situações.
O homem nasce com as mãos fechadas como que querendo dominar e segurar o mundo e morre com as mãos abertas como não tendo nada para levar. Enquanto vivo e na Terra, tem as mãos como seus auxílios.
As primeiras contagens dos homens chamados de primitivos, e das crianças, jovens e adultos, ao aprender as primeiras noções da matemática, foram e são feitas através das mãos, com o uso das mãos e dos dedos. Tabuadas podem ser aprendidas e decoradas com o uso das mãos. Utilizamos o sistema decimal por razão dos dez dedos, quando aprendemos a contar. Ábacos também utilizam múltiplos de dez.
Adquirimos e armazenamos produtos, como contamos o dinheiro, por dezenas, centenas e milhares, por serem todos múltiplos dos números de dedos. Cédulas e moedas são confeccionadas e usadas, a partir de uma unidade monetária, passando a segunda cédula ou moeda valer duas unidades monetárias. Somando uma nota ou moeda de valor unitário (1) mais duas notas ou moedas de valor monetário dois (2) somam um total de cinco, o total de dedos em uma mão (1 + 2 + 2 = 5).
Duas notas de cinco somam dez, o total de dedos de duas mãos. A partir do valor monetário dez (total de dedos das mãos), surge uma nota de valor monetário vinte (os dedos das mãos mais dedos dos pés). Onde somando uma nota de valor dez e duas notas de valor vinte chegamos ao total de  cinquenta (10 + 20 + 20 = 50).
Historicamente restou um sentido figurado da mão de ferro, ou ter o poder nas mãos. Ate mesmo de ter as pessoas na palma da mão. Hoje vivemos um momento que as informações e os poderes também estão na palma da mão. Através de pequenos aparelhos com nomes e poderes diversos, que cabem na palma da mão.
Palms Tops são utilizados na captação de informações e coleta de dados, um aparelho já muito utilizado pelas empresas de serviços de distribuição de água ou energia elétrica. Muitas empresas de serviços públicos ao fazer leituras de relógios e hidrômetros já emitem na hora o boleto de pagamento, o poder associado ao dever.
Com um telefone celular podemos acessar pessoas distantes, informações na internet e participar em grupos com programas próprios para determinadas finalidades e objetivos.
Vendedores e representantes de algumas industrias também já fazem pedidos de mercadorias diretos à fabrica, à depósitos ou à representações comerciais, através de aparelhos na palma das mãos, conectados à internet.


Entre Natal e Parnamirim/RN ─  15/11/2013
Texto disponivel em:


Escritor
Fundação Cultural Capitania das Artes
FUNCARTE
Natal/RN. 2013

Jornalista Cientifico
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Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte
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Roberto Cardoso
(Maracajá)

ESTRATEGISTA


Cientista Social
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Colunista em Informática em Revista




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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

GQ & QG (8)


Gestão da Qualidade e Qualidade da Gestão (Parte 8)

 

Um antigo ditado popular diz que o Brasil acaba com a saúva ou a saúva acaba com o Brasil, e as formigas continuam carregando a nossa plantação para fora do país (“Santo do pau oco e o contrabando de minerais”. Fev/2013 por: Cardoso R.). Agora com mais evolução e tecnologia transportam a produção em aviões e navios, otimizando o tempo de transporte e as variedades de modais e embalagens. Exigindo uma qualidade cada vez maior dos produtos, determinam e fornecem as sementes que devem ser utilizadas, restringem determinados produtos agrícolas, que eles mesmos inventaram outrora, como uma solução para a lavoura. Analisam a água utilizada e mecanizam a lavoura vendendo seus próprios equipamentos, denominados agora de implementos agrícolas.

Maquinas e equipamentos agrícolas são climatizados, para melhor conforto do operador. Possuem sistemas de iluminação que possibilitam um trabalho noturno, tornando a agricultura extensiva uma rotina de 24h. Conectados a satélites por equipamento GPS, permitindo assim uma antecipação do volume da safra durante a colheita. Quem detém as informações de colheita detém um controle do mercado, um controle da bolsa de mercadorias, disputada em bolsas internacionais.

Vão assim transformando e estocando nossas mercadorias e matérias primas em seus grandes formigueiros de alem mar. Acabaram com as suas reservas minerais. Agora agregam valores a seus produtos e serviços, que tem mais valor nas suas cotações em dólares. Estão sempre à frente na história antecipando os destinos do planeta, controlando os rumos econômicos, financeiros e geopolíticos.

Dentro dos seus próprios conceitos descobriram novas terras, com autorização da Igreja declaram-se donos destas novas terras descobertas. Como colonizadores, exploraram o que podia ser explorado com as tecnologias e necessidades da época. Continuaram a explorar outras áreas do planeta. Como imigrantes determinaram o que plantar. Como se semeia, como se cuida da plantação e como se colhe a produção. Continuam a exercer atividades no setor primário, secundário e terciário, agora com valores agregados de tecnologia e tempo de pesquisa, tempo de civilização e tempo de conhecimento. Cuidam de tudo, para se prevenir das condições adversas, do frio, da fome e da guerra.

Povos estrangeiros sempre foram as nossas ameaças externas (Threats) e mal conseguimos unir nossas forças (Strenghts) para enxergar algumas oportunidades (Opportunities) para diminuir nossas fraquezas (Weaknesses) e contornar as nossas necessidades. Nos ensinaram a analise SWOT e não percebemos que precisamos uma analise SWOTN (and Necessity, need). Identificamos nossas necessidades, mas não a solucionamos satisfatoriamente, contornamos fazendo de conta que não existem e mais tarde elas aparecem com outros sintomas e outras características, e o ciclo continua "Tudo como dantes, no quartel de Abrantes", uma expressão idiomática de origem histórica.

Aprendemos a lição tal qual nos é ensinada. Para iniciar uma boa gestão da qualidade é preciso uma analise SWOT - Strenghts (forças), Weaknesses (fraquezas), Opportunities (oportunidades) e Threats (ameaças). Traduzimos mas não entendemos que pode ser usado a terminologia FOFA ─ Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças. Traduzimos e não aplicamos, ocorre o status no uso da versão original, a histerese do habitus.

Não traduzimos tudo que é importado para ter uma oportunidade de trabalhar em uma multinacional. Mas todo poder que dita uma regra a ser seguida gera argumentos e instrumentos para ser derrotado. Com o tempo descobre-se o calcanhar de Aquiles ou como usar a funda de David.

Fatores internos são aqueles que podem ser controlados e fatores externos aqueles que não podem ser controlados, e os países chamados desenvolvidos sempre foram os fatores externos incontroláveis. A economia de bens e produtos tem por finalidade atender o mercado externo, mas não atende o mercado interno procurando criar uma força interna maior e capaz de pelo menos se equilibrar com as forças externas.

 

Jornal Metropolitano

Parnamirim/RN

 
Entre Natal e Parnamirim/RN ─  21/10/2013
 
 
 
Roberto Cardoso
(Maracajá)
 
 
 
 

 

terça-feira, 1 de outubro de 2013

GQ & QG (Parte 7)


Gestão da Qualidade e Qualidade da Gestão (Parte 7)

 

A história infantil dos Três Porquinhos e o Lobo Mal mostrou a evolução e a qualidade dos materiais de construção. Mostrou que tipo de material deve ser utilizado na construção civil para ter uma construção sólida, resistente às intempéries. Conhecimento aprendido desde a época que era um hábito contar e ouvir histórias. Um conhecimento inculcado às crianças, o objetivação do melhor.

Hoje importamos modelos de analises da gestão da qualidade, Quality Management, conceitos americanos e americanizados. Vem ocorrendo uma epidemia com uma febre de ISOs. Conceitos e modelos que buscam a Total Quality Management, a qualidade total dos processos administrativos, comerciais e industriais.

A mecanização da agricultura também caminha para um processo de produção com modelos de uniformidade. Produtos agrícolas de padrões uniformes com forma, peso e tamanho stadartizados, textura, sabor e padrão. Modelos alcançados com padronização de plantio e colheita, resultados de pesquisas genéticas e mecanização, desde a produção da semente à colheita do produto. O agricultor planta o que o mercado pede e o mercado paga o que lhe convém e agrada. E o agricultor só consegue vender aquilo que o mercado exige: o melhor dentro do seu próprio conceito. Vivemos a eterna posição de terceiro mundo, de dependência de produtos, de serviços e de conceitos, o subdesenvolvimento tecnológico e racional.

Enquanto a agricultura se padroniza, revivemos a época do santo do pau oco. No passado metais e pedras preciosas eram retirados do nosso território ocultos em estatuas de santos, ocas, confeccionadas para este objetivo. Hoje outro mineral precioso tem sido retirado do país, agora de forma legal, a água.

A água é utilizada no abastecimento e irrigação da agricultura em uma região onde reina a seca. Frutos são bem cultivados, são bem cuidados no seu manuseio e são exportados a países que não possuem grandes reservatórios de água potável.

E o “Sistema S” vai construindo e formando os novos personagens de um novo feudalismo, agora são empreendedores, microempresários e empresas individuais. O tempo do feudalismo vivido na Europa esta chegando agora no Brasil.

Usamos modelos estrangeiros de vocabulários importados, que mesmo traduzindo suas palavras, não entram no vocabulário nacional, não são assimiladas e nem utilizadas no dia a dia, dá-se preferência ao estrangeirismo. Análise da matriz SWOT ─ Strenghts (forças), Weaknesses (fraquezas), Opportunities (oportunidades) e Threats (ameaças). Nacionalizando, seria uma analise FOFA, de Forças e Fraquezas, de Oportunidades e Ameaças.

Profissionais para mostrar uma importância e um destaque, utilizam-se do jargão internacional, justamente para mostrar que estão conectados e atualizados com as grandes descobertas. As chamadas poderosas ferramentas de gestão da qualidade.

Possuímos bagagem cultural, conhecimento e profissionais capacitados para criar modelos próprios, Como manuais MIRNAs (Modelos Indicadores de Resultados Norteados por Ações), e manuais MARINAs (Modelos Avançados para Resultados com Indicadores Norteados por Ações). As mulheres tem uma herança de conhecimento das bruxas, que com suas poções de elementos da terra criam e criavam soluções, e com suas vassouras de um lado para o outro voavam e espanam o indesejável.

Todos os modelos estão moldados na observação e nos resultados. O Brasil foi descoberto por uma elite dominante no século, mas nossos antecedentes naturais já estavam aqui radicados, cuidando, plantando e colhendo. Temos os conhecimentos de nossos antepassados, e a mulher esta mais ligada á terra do que o homem.

 

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Entre Natal e Parnamirim/RN ─  01/10/2013
 
 
 
Roberto Cardoso
(Maracajá)
 
 
 
 

 

 

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

As estratégias do varejo


As estratégias do varejo

 
Comerciantes varejistas vêm passando maus momentos, mesmo com a diversificação de estoques e um mix de mercadorias oferecidas aos clientes. Segundo Astênio Araujo, consultor de empresas, a problemática no varejo foi uma previsão que ele mesmo fez, mas não desejava que acontecesse e vem acontecendo (Revista Ideias & Negócios, Natal/RN, Ano 3, N° 08). O mercado varejista tem passado dificuldades e busca soluções para adversidades. O varejo investiu em mix de mercadorias, aumentou seus estoques e não alcançou os resultados esperados.

Consultores e comerciantes perguntam-se onde estaria o erro. Existe erro? É possível identificar o erro? Fazendo uma análise tal como um médico, ele o médico vai investigar sinais e sintomas, não encontrando respostas vai pedir alguns exames simples. Não encontrando respostas pelos exames iniciais vai pedir exames mais específicos, até que a causa seja encontrada e procedimentos possam ser feitos. O médico a muito tempo já pratica com o paciente o modelo PDCA, seja na urgência ou na emergência, e na consulta ambulatorial, identificando causas e atacando os sintomas.

O mundo mudou, a internet e a globalização tende a tornar o mundo unificado e uniformizado, padronizado. A administração deixou de ser heurística para ser holística. Diversos fatores estão relacionados, desde o concorrente ao lado ao concorrente do outro lado do mundo, passando por uma cadeia logística de mercadorias e serviços. Novamente com um olhar médico, ter saúde é muito mais que não estar se sentindo mal. E a saúde de uma empresa vai pelo mesmo caminho, não é estar fora do vermelho.

Cada empresa precisa de uma engenharia de qualidade, que proporcione um Branding, um conjunto de ações para construir uma personalidade da empresa, e como um Home Care, um monitoramento in loco com ações e resultados, ações de planejamento, desenvolvimento de ideias, e controle das ideias e inovações implantadas com análises dos resultados obtidos, um PDCA contínuo, do planejamento á análise dos resultados.

Com um mundo globalizado, as pessoas tornam-se iguais e o que pode atrair novos clientes é ser diferenciado. Algo que o distinguir da mesmice.  Sempre existiram produtos piratas e contrabandeados, onde pessoas de menor poder aquisitivo despertam o desejo de ser tal como as pessoas que podem pagar por um produto de grife. O ato de pirataria populariza e vulgariza as marcas, que devem cada vez mais procurar uma diferenciação do popular, valorizando seu produto e seu nicho.

Não se trata de oferecer um mix maior de produtos, mas de fidelizar a clientela, tornando-a única e diferenciado-a dos demais consumidores. Uma clientela fidelizada consome mais e participa com opiniões de novos produtos e novas instalações. E um novo consumidor fidelizado procura não um produto, mas um conceito.

A globalização com o uso da internet acelerou os processos, não só de produção, mas de consumo também. Consequentemente o comerciante se vê obrigado a acelerar seus processos mercadológicos, a fim de acompanhar o ritmo desenfreado.

Revista IDEIAS

 
Entre Natal e Parnamirim/RN ─  22/08/2013
 
 
 
Roberto Cardoso
(Maracajá)
 
ESTRATEGISTA
 
 
023.1461.13
CMEC - Cadastro Municipal de Entidades Culturais
Fundação Cultural Capitania das Artes
FUNCARTE
Natal/RN
Cientista Social
Jornalista Científico
Reiki Master & Karuna Reiki Master
 
Colunista em Informática em Revista
 
Sócio Efetivo do IHGRN
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No período de julho/2013 a outubro/2013 estarei concorrendo ao PREMIO DESTAQUES DO MERCADO na categoria Colunista em Informática na publicação Informática em Revista.
 
Pela avaliação parcial estou em segundo lugar na categoria.
 
A votação poderá ser feita usando um e-mail por mês. Após a votação espere o retorno do e-mail para validação do voto. Só após a validação é que o voto é computado